Conheça a franquia que rende 1,5mi arrumando iPhones

Fábio tinha um problema simples em seu iPhone: o botão do aparelho havia afundado. Ao levar na assistência foi informado de que o procedimento era muito trabalhoso e só seria feito se trocasse a placa mãe.

Ao ver a dificuldade do irmão, André pegou o aparelho e viu tutoriais no Youtube. Pronto! Conseguiu arrumá-lo sem a necessidade de gastar muito.

André passou a arrumar os celulares como uma fonte secundária de renda, ele não queria uma empresa que oferecesse apenas um preço bom, mas também um trabalho honesto com bom serviço.

“Eu não queria só um bom preço, mas também um bom serviço, que levasse em conta o valor simbólico que o celular tinha para mim. Fora questões de garantia e procedência dos produtos, é claro.”

Ao ser demitido da empresa que trabalhava, uniu-se ao irmão e juntos, com apenas 15 mil reais, fundaram em 2014 o Hospital do iPhone, que hoje já atende mais de 60 clientes por mês.

Qual foi o segredo do sucesso da franquia?

“A popularização aconteceu porque eu queria oferecer o mesmo atendimento que eu desejava quando era cliente. Apareciam pessoas que haviam achado o Hospital do iPhone pela internet e até comentavam que eu parecia maior do que realmente era, pelo atendimento e pelo serviço. Cresci pelo boca a boca”, diz André.

Fábio afirma:

“Copiamos o modelo da Apple de ter um atendimento que faz a diferença, além de termos uma loja clean, com nenhum produto fora do lugar”.

“A maioria das assistências trata um aparelho apenas como um aparelho. Mas, hoje, sair de casa sem o iPhone faz você se sentir completamente perdido. Ele está do seu lado o tempo todo e, quando quebra, há uma dor não apenas financeira”.

Porque franquear?

Fechando 10 lojas em operação até o final de 2017, a empresa pretende chegar a 20 em 2018 e faturamento de 3 milhões ao ano.

“Sabíamos que poderíamos tocar no máximo duas lojas: uma comigo como dono e outra com ele. Mas eu não tenho o perfil para isso, nunca fiquei o dia todo em loja. Então, acabei convencendo o André de que franquia era uma boa opção, de que o negócio não seria colocado em qualquer mão: há um olhar do dono por parte do franqueado. Projetamos e, depois de um ano, começamos a franquear”, afirma Fábio.

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